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Balanço de nutrientes

Plano de fertilização agrícola: quanto adubo a mais, e onde

O laboratório diz-lhe o que há no seu solo. Nós, o que a sua cultura vai poder absorver. Para olival, vinha, amendoal, milho e tomate de indústria.

O primeiro diagnóstico é gratuito.

Uma mesma parcela que nasce de forma desigual: mais densa numa zona e mais clara noutra
O que parece pior nem sempre é o que mais precisa. Imagem gerada digitalmente.
Dois montes de adubo na terra: um grande e um pequeno
O que diz
o laboratório
O que absorve
a cultura
Imagem gerada digitalmente.

O problema

O laboratório diz o que há. Não o que a sua cultura pode absorver.

São dois números diferentes, e o mais importante é o segundo.

Um caso muito frequente é o fósforo. Com pH elevado e calcário, o fósforo aparece na análise de solo (análise de terra), mas a raiz não lhe consegue chegar. Se ninguém corrige esse dado, a recomendação fica demasiado alta. Ou demasiado baixa, o que custa o mesmo.

E também acontece ao contrário: há parcelas que recebem fósforo há anos num solo que já tem de sobra.

Onde costuma estar o dinheiro

Três sítios onde quase sempre sobra adubo

Não é preciso mudar a forma de trabalhar. Quase tudo se joga em três pontos, que se veem logo que se põem os números em cima da mesa.

Armazém com mais sacos de adubo do que os necessários
Imagem gerada digitalmente.
01

Aduba para a campanha boa

Quase toda a gente aduba a pensar no que a parcela dá quando a campanha corre bem. Nas outras, paga um adubo que a colheita não leva. Adubar pelo que a parcela exporta em média é a decisão que mais pesa.

02

Espalhou estrume ou chorume e paga o fósforo duas vezes

O estrume e o chorume trazem fósforo. Se depois adubar com adubo mineral como se nada fosse, paga duas vezes a mesma coisa. Quanto desse fósforo a cultura vai poder absorver, e durante quanto tempo, depende do seu solo: com muito calcário, bloqueia-se mais depressa. Por isso uma tabela geral não chega: é preciso saber o que o seu continha e o que o solo faz com ele.

03

O seu solo já tem potássio de sobra e ninguém lho disse

Muitos solos têm bastante potássio e, mesmo assim, põe-se mais todos os anos no adubo composto, por hábito. Um ensaio de mais de trinta anos, num solo rico, mostrou-o: sem aporte de potássio, a colheita não baixou. Algumas parcelas podem dispensá-lo este ano. Parar assusta, é normal. Por isso é preciso ter um número à frente, não uma impressão.

Da cabine do trator, com as duas mãos no volante, diante de uma parcela semeada em linhas
Imagem gerada digitalmente.

E também

O plano de fertilização agrícola, um documento a preparar

Se a sua exploração estiver, total ou parcialmente, numa zona vulnerável aos nitratos (Portaria n.º 259/2012), é obrigatório um plano de fertilização por cultura e por parcela, feito com análises de laboratório acreditado. O registo de fertilizações e os boletins de análise guardam-se cinco anos. A obrigação aplica-se a explorações com mais de 2 ha de superfície agrícola utilizada, mais de 1 ha de culturas lenhosas ou mais de 0,5 ha de hortícolas. Fora das zonas vulneráveis, o plano não é obrigatório: é poupança.

Um plano de fertilização assenta num balanço de nutrientes. O que lhe entregamos serve para gastar menos e ajuda a preparar o seu plano de fertilização.

O programa de ação trata do azoto. Confirme sempre se a sua parcela está em zona vulnerável.

Zona vulnerável e plano de fertilização, explicados ·Como interpretar uma análise de solo

Não sabe interpretar o seu boletim de análise? Envie-nos o boletim, o diagnóstico é gratuito. Diga-nos o método do seu laboratório; se não for um dos que usamos, avisamos antes de pagar.

O método

Doze fatores antes de calcular um único quilo

Alguns já constam da sua análise. O que o laboratório não calcula é como cada um altera o que a planta vai poder absorver. E disso depende o adubo de que precisa. Estão em três grupos.

Como é a terra

Textura, temperatura, potencial redox e água de rega. Mandam no que o solo retém, areja e desloca.

O que bloqueia o elemento

pH, calcário, capacidade de troca, condutividade elétrica e duas matrizes de antagonismos entre elementos. Decidem o que fica preso ao solo e o que chega à raiz.

O que está vivo

Matéria orgânica e microbioma (o que vive na terra). Desbloqueia o resto: entra no cálculo, não é um anexo do relatório.

Os doze fatores que corrigem a análise de solo: do dado do laboratório ao que a planta pode absorver

Clique para ampliar.

O que recebe

Quatro coisas, por correio eletrónico, com uma ligação

  • Quanto adubo a mais

    Em quilos e em euros, parcela a parcela.

  • O plano de fertilização

    Uma proposta que o ajuda a preparar o seu plano, pronta para o registo de fertilizações.

  • O mapa de zonas

    Para o trator que muda a dose sozinho (mapa de aplicação de dose variável). Se não tiver um, a maior parte da poupança chega na mesma com uma só dose para toda a parcela.

  • O relatório

    Um relatório prático, com o que fazer. No Premium, também um relatório completo, com o porquê.

Nada para instalar. Nada para aprender. E sem subscrição: paga cada análise, e pronto.

O relatório de exemplo

Veja-o antes de encomendar o seu

É um relatório completo, do princípio ao fim, com os seus mapas. Parece-se com o que vai receber.

A análise vem de uma exploração real. A exploração e o cliente não estão identificados.

Primeira página do relatório de exemplo, com os dados da exploração desfocadosVer o relatório completo

Dois níveis

Consoante o que precisa de saber

A diferença não é a quantidade de papel. É a pergunta a que cada um responde.

Quando a parcela é homogénea

Essencial

Quanto adubo põe a mais, e em que zonas.

Amostragem
Uma amostra composta por 25 ha.
De onde vêm as zonas
A análise de solo diz quanto adubo a parcela pede. As imagens de satélite das últimas cinco campanhas dizem que partes rendem sempre mais e quais menos. Cruzando as duas coisas, a dose ajusta-se em cada zona.
Relatório
Relatório prático, plano de fertilização e mapa para o trator.

Quando a parcela é desigual

Premium

Porque é que uma parte da exploração dá menos do que outra, e o que fazer em cada uma.

Amostragem
Uma amostra por 5 ha.
De onde vêm as zonas
Das suas próprias amostras. O mapa desenha-se com o solo real, não com o que se vê de cima.
Relatório
Relatório prático e relatório completo, com o porquê de cada recomendação, e mapa das zonas do seu solo.

Não sabe como está a sua parcela? Comece pelo Essencial: o satélite mostra-lho.

Duas opções a mais

O que afina o cálculo

Somam-se a qualquer dos níveis. Entram no cálculo, não são anexos.

O microbioma do seu solo

É o que vive na terra. Parte dos nutrientes que a cultura absorve não vem do adubo: é o microbioma que os liberta. Se estiver apagado, paga tudo em adubo.

A qualidade da água de rega

Se regar, a água traz e também tira. Uma água dura altera o plano de fertilização; uma água salgada altera-o por completo.

Um punhado de terra escura nas mãos, com raízes finas e uma minhoca
Imagem gerada digitalmente.
Mapa de um nutriente por zonas numa exploração

Com que frequência

O solo não muda de um ano para o outro

  1. De três em três campanhas

    A análise de solo. Não vale a pena repeti-la todos os anos: o solo muda devagar.

  2. Todos os anos

    O plano de fertilização. A produção esperada e o preço do adubo mudam em cada campanha.

Por isso, no primeiro ano analisa-se, e nos seguintes só se volta a calcular.

Comece sem pagar

Tem uma análise esquecida numa gaveta?

Envie-no-la. Dizemos-lhe o que sobra e o que falta, com números e sem lhe cobrar nada. Depois, decide.

  • Uma vez por cliente, a partir de 25 ha.
  • Envie-nos fotografias ou um PDF do boletim de análise completo, com menos de três anos, e um questionário sobre o historial da parcela.
  • Se já a tiver, três dias úteis. Se for preciso colher amostras, três semanas.
  • Condições claras, por escrito, e ninguém lhe telefona todas as semanas.

Prefere pedir já um orçamento? Escreva-nos ou consulte os preços.

Uma análise de solo antiga guardada na gaveta de uma mesa de cozinha, ao lado do telemóvel
Imagem gerada digitalmente.