Aduba para a campanha boa
Quase toda a gente aduba a pensar no que a parcela dá quando a campanha corre bem. Nas outras, paga um adubo que a colheita não leva. Adubar pelo que a parcela exporta em média é a decisão que mais pesa.
Balanço de nutrientes
O laboratório diz-lhe o que há no seu solo. Nós, o que a sua cultura vai poder absorver. Para olival, vinha, amendoal, milho e tomate de indústria.
O primeiro diagnóstico é gratuito.


O problema
São dois números diferentes, e o mais importante é o segundo.
Um caso muito frequente é o fósforo. Com pH elevado e calcário, o fósforo aparece na análise de solo (análise de terra), mas a raiz não lhe consegue chegar. Se ninguém corrige esse dado, a recomendação fica demasiado alta. Ou demasiado baixa, o que custa o mesmo.
E também acontece ao contrário: há parcelas que recebem fósforo há anos num solo que já tem de sobra.
Onde costuma estar o dinheiro
Não é preciso mudar a forma de trabalhar. Quase tudo se joga em três pontos, que se veem logo que se põem os números em cima da mesa.

Quase toda a gente aduba a pensar no que a parcela dá quando a campanha corre bem. Nas outras, paga um adubo que a colheita não leva. Adubar pelo que a parcela exporta em média é a decisão que mais pesa.
O estrume e o chorume trazem fósforo. Se depois adubar com adubo mineral como se nada fosse, paga duas vezes a mesma coisa. Quanto desse fósforo a cultura vai poder absorver, e durante quanto tempo, depende do seu solo: com muito calcário, bloqueia-se mais depressa. Por isso uma tabela geral não chega: é preciso saber o que o seu continha e o que o solo faz com ele.
Muitos solos têm bastante potássio e, mesmo assim, põe-se mais todos os anos no adubo composto, por hábito. Um ensaio de mais de trinta anos, num solo rico, mostrou-o: sem aporte de potássio, a colheita não baixou. Algumas parcelas podem dispensá-lo este ano. Parar assusta, é normal. Por isso é preciso ter um número à frente, não uma impressão.

E também
Se a sua exploração estiver, total ou parcialmente, numa zona vulnerável aos nitratos (Portaria n.º 259/2012), é obrigatório um plano de fertilização por cultura e por parcela, feito com análises de laboratório acreditado. O registo de fertilizações e os boletins de análise guardam-se cinco anos. A obrigação aplica-se a explorações com mais de 2 ha de superfície agrícola utilizada, mais de 1 ha de culturas lenhosas ou mais de 0,5 ha de hortícolas. Fora das zonas vulneráveis, o plano não é obrigatório: é poupança.
Um plano de fertilização assenta num balanço de nutrientes. O que lhe entregamos serve para gastar menos e ajuda a preparar o seu plano de fertilização.
O programa de ação trata do azoto. Confirme sempre se a sua parcela está em zona vulnerável.
Zona vulnerável e plano de fertilização, explicados ·Como interpretar uma análise de solo
Não sabe interpretar o seu boletim de análise? Envie-nos o boletim, o diagnóstico é gratuito. Diga-nos o método do seu laboratório; se não for um dos que usamos, avisamos antes de pagar.
O método
Alguns já constam da sua análise. O que o laboratório não calcula é como cada um altera o que a planta vai poder absorver. E disso depende o adubo de que precisa. Estão em três grupos.
Textura, temperatura, potencial redox e água de rega. Mandam no que o solo retém, areja e desloca.
pH, calcário, capacidade de troca, condutividade elétrica e duas matrizes de antagonismos entre elementos. Decidem o que fica preso ao solo e o que chega à raiz.
Matéria orgânica e microbioma (o que vive na terra). Desbloqueia o resto: entra no cálculo, não é um anexo do relatório.

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O que recebe
Quanto adubo a mais
Em quilos e em euros, parcela a parcela.
O plano de fertilização
Uma proposta que o ajuda a preparar o seu plano, pronta para o registo de fertilizações.
O mapa de zonas
Para o trator que muda a dose sozinho (mapa de aplicação de dose variável). Se não tiver um, a maior parte da poupança chega na mesma com uma só dose para toda a parcela.
O relatório
Um relatório prático, com o que fazer. No Premium, também um relatório completo, com o porquê.
Nada para instalar. Nada para aprender. E sem subscrição: paga cada análise, e pronto.
O relatório de exemplo
É um relatório completo, do princípio ao fim, com os seus mapas. Parece-se com o que vai receber.
A análise vem de uma exploração real. A exploração e o cliente não estão identificados.
Dois níveis
A diferença não é a quantidade de papel. É a pergunta a que cada um responde.
Quando a parcela é homogénea
Quanto adubo põe a mais, e em que zonas.
Quando a parcela é desigual
Porque é que uma parte da exploração dá menos do que outra, e o que fazer em cada uma.
Não sabe como está a sua parcela? Comece pelo Essencial: o satélite mostra-lho.
Duas opções a mais
Somam-se a qualquer dos níveis. Entram no cálculo, não são anexos.
O microbioma do seu solo
É o que vive na terra. Parte dos nutrientes que a cultura absorve não vem do adubo: é o microbioma que os liberta. Se estiver apagado, paga tudo em adubo.
A qualidade da água de rega
Se regar, a água traz e também tira. Uma água dura altera o plano de fertilização; uma água salgada altera-o por completo.


Com que frequência
De três em três campanhas
A análise de solo. Não vale a pena repeti-la todos os anos: o solo muda devagar.
Todos os anos
O plano de fertilização. A produção esperada e o preço do adubo mudam em cada campanha.
Por isso, no primeiro ano analisa-se, e nos seguintes só se volta a calcular.
Comece sem pagar
Envie-no-la. Dizemos-lhe o que sobra e o que falta, com números e sem lhe cobrar nada. Depois, decide.
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